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Como funciona o Google Remarketing

Google Remarketing AdWords

Depois de iniciar no fim de 2009 para anunciantes selecionados, o Google traz para o Brasil a ferramenta chamada Remarketing. Ainda em modo beta, e também fechado para alguns parceiros, o produto é integrado ao Google AdWords.

Funciona assim: Digamos que você é dono de um hotel. Alguém entra no seu site, pesquisa por quartos de luxo, mas acaba abandonando antes de fazer uma reserva. Essa informação fica gravada em um cookie no computador do usuário.

Mais tarde, quando o visitante entra em um outro site com conteúdo relacionado, sobre viagens, por exemplo, o Google reconhece esse usuário e exibe um anúncio do seu hotel.

Google Remarketing AdWords

Esse “tageamento” do visitante tem uma especial função: exibir anúncios para consumidores pré-qualificados. A pessoa ter abandonado o site antes da compra não significa que tinha perdido interesse, e reconhecer suas intenções pode permitir uma comunicação totalmente customizada, oferecendo descontos ou mais vantagens para que a ação seja, enfim, concretizada.

Para que o Google gere esse histórico de comportamento, os anunciantes interessados precisam aplicar um código JavaScript em seu próprio site, com todo o resto sendo controlado pelo AdWords.

E como a discussão sobre privacidade com esse tipo de marketing baseado em comportamento é sempre uma preocupação, existe a opção para que qualquer usuário desabilite a exibição de anúncios contextuais. Para você, como pessoa e consumidor, qual vai ser a opção?

12 Responses to “Como funciona o Google Remarketing”

  1. Marconi disse:

    Isso já passou do limite para mim… Eu tolerava os anúncios do Google quando eles eram só texto, afinal, não consumiam muita banda, não prejudicavam o carregamento dos sites e não acumulavam “lixo” no meu navegador. Quando começaram a usar Flash (e com SOM!), eles foram para a lista do AdBlock e cookies dos domínios do AdSense já são bloqueados aqui. Felizmente não terei problemas com anunciantes me seguindo.

  2. Alan Lupatini disse:

    Muito legal, estava demorando pra isso acontecer.

    Como publicitário e consumidor só vejo oportunidades. Pelo lado publicitário, é bom saber que posso atingir novamente alguém que quase consegui fechar uma venda. Como consumidor, não vejo problema em ver aqueles pequeninos anúncios do Google, que passam quase sempre desapercebidos por que quase sempre erram ao chutar no que me interesso.

    Muita gente pode ter tecnofobia, mas é bobagem.

  3. thiago de carvalho disse:

    “Fodástico”.

  4. Não fazendo apologia ao MercadoLivre, mas eles já fazem isto há algum tempo o chamando de SmartAds. Para testar é só fazer uma busca no ML e navegar pelas páginas do MSN BR. Quando vir anúncios do ML compare as ofertas com sua busca e verá.
    Isto realmente impacta positivamente nos resultados devido a incrementar a relevância do anúncio para o usuário.
    Com certeza será positivo para o anunciante e creio que o será para o usuário também.

  5. Dênis disse:

    Alguém clica nesses link’s patrocinados do google? sejam sinceros, pois eu nunca utilizei.

    Abraços.

  6. Oi Dênis,

    Eu não costumo clicar, mas como gerencio a área de Paid Search da iProspect posso te afirmar que muita gente clica, muita mesmo. O CTR é muito menor do que na busca o que faz sentido pois é contextual, digamos ligeiramente intrusivo. Com esta feature a tendência é melhorar justamente isto e sei que funciona pelo ML. Vamos ver se funciona.

    Abs
    Junior

  7. Marcelo Andrade disse:

    Quanto mais contextualizada for a publicidade, mais chances terá de gerar cliques qualificados. Se houver algo baseado na experiência/comportamento do internauta, melhor ainda. Aliás, é o que já podemos ver em alguns portais aqui no Brasil.
    O Google já se tocou e pelo visto está caminhando neste sentido também.

    Não vejo a hora de começar a testar em nossas contas.

    Belo post!

  8. [...] Como funciona? Segue, abaixo, um bom exemplo dado pelo Brainstorm#9 [...]

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