Eu nem ia publicar esse comercial aqui, pois é de novo um cachorro que vai buscar cerveja. Sério Bud Light? Nenhuma ideia melhor surgiu durante o ano todo?
Mas como eu não sei de nada mesmo, esse foi o filme com melhor resultado no tradicional AdMeter do USA Today. Toma essa @cmerigo.
O novo clipe do OK Go não foi exatamente exibido no Super Bowl, mas a banda faz parte da campanha “Let’s Do This” da Chevrolet para o Sonic, cujo comercial mostra algumas das cenas do vídeo e entre outras manobras radicais.
Criado para a música “Needing/Geeting”, o projeto levou mais de 4 meses de preparação, e inclui 1157 instrumentos improvisados que interagem com o Chevy Sonic, resultando em uma verdadeira orquestra no deserto.
A criação, em parceira com o OK Go, é da Goodby Silverstein & Partners.
O comercial da rede mostra grandes inovadores da indústria mobile, com a presença dos criadores do Instagram, da camera, do SMS, do Shazam, Words With Friends, Square, entre outros.
Tudo para dizer que a Best Buy criou a melhor maneira de se comprar um smartphone.
Trocando Eminem por Clint Eastwood, a Chrysler segue a linha do orgulho americano em suas campanhas para o Super Bowl.
Clint narra a força do país para sair da crise, e diz que agora os EUA está no intervalo do jogo, com todo o segundo tempo pela frente.
Um discurso que faz sentido, se considerarmos que o contribuinte americano ainda está pagando pela caridade financeira que o governo deu para a indústria automobilística.
A Chevrolet não apenas mostra que sua Silverado vai sobreviver ao fim do mundo em 2012 nesse comercial para o Super Bowl, como também cutuca a Ford diretamente. Dave não resistiu ao apocalipse, já que ele dirigia um carro da concorrente.
E é dito assim mesmo, sem meias palavras.
Importante notar também algumas referências cinematográficas que aparecem no filme: “Eu Sou a Lenda”, “Zumbilândia”, “Transformers” e “Magnólia”, por exemplo. Eu diria que tem um Q de “Fallout 3″ e “O Livro de Eli” em alguns quadros, mas posso estar viajando.
A Chevrolet, que tem a comunicação mais frouxa entre a categoria automotiva (no Brasil então nem se fala), tem acertado com os caminhos criativos escolhidos para o Super Bowl nesse ano.
Jazz Against The Machine é o nome de uma banda alemã com uma proposta bem bacana: os quatro músicos tocam temas dos anos 90 (Soundgarden, R.A.T.M., Nirvana, Sepultura, entre outros) com uma roupagem de Jazz. Segundo eles, é interessante explorar esses riffs cheios de intensidade e rebeldia, num ambiente altamente propício a experimentação.
A Pepsi tem tradição em investir em super produções com celebridades para seus comerciais no Super Bowl. Em 2012, a marca traz a vencedora do do programa “The X Factor”, Melanie Amaro, e o Sir Elton John como “rei do rock”.
A versão de “Respect”, de Otis Redding e famosa na voz de Aretha Franklin, foi gravada por Melanie exclusivamente para esse filme. A música pode ser comprada na iTunes Store.
Quando o comercial for veiculado no domingo, pessoas que utilizarem o app Shazam poderão assistir o clipe da música.
Os comerciais de Old Spice estão cada vez mais bobos, mostrando como o excesso pode estragar um bom personagem. Com esses últimos não é diferente, mas eles trazem uma interessante estratégia de cross-brand.
Isaiah Mustafa Terry Crews agora invade os comerciais de outros produtos da Procter & Gamble, como o sabão Bounce e o papel higiênico Charmin, por exemplo.
Essa é uma brincadeira que recebi por e-mail essa semana. Eu ri, claro: mas também fiquei pensando quais outras marcas poderiam entrar nessa listinha? Sugestões?
E um complemento (obrigado, Amanda Salles!): a fonte é o Tumblr“Slogans Sinceros”, que é atualizado constantemente.
A Hyundai vai veicular dois comerciais no domingo, durante o Super Bowl. Um deles é esse mais-ou-menos “Think Fast”, mas o que ilustra esse post vale a sua “conferência”.
Eu não queria reacender essa polêmica, mas a marca mais uma vez coloca gente morrendo em suas criações para promover o Veloster. O com a Morte em pessoa e fantasma, de agosto do ano passado, gerou reclamações e proibições.
Gostando ou não, sempre tem a locução do Jeff Bridges para amenizar as coisas.
Sejamos justos nesse blog. Já que a KIA nos deu 5 horas de Adriana Lima, vale dizer que a H&M vai colocar homem de cueca no intervalo do Super Bowl. OK, não é um qualquer, é o David Beckham.
O que mais me intriga não é colocar homem de cueca no intervalo de uma atração essencialmente masculina – tem mulher que gosta de futebol americano e também tem gente (estranha) que lê Men’s Health – mas sim que a H&M precisa vender muita roupa de baixo (12.95 dólares cada) para justificar o investimento de US$ 3.5 milhões
A KIA vai anunciar pela primeira vez no Super Bowl, e mostrando o que acontece quando você tem muita sorte. Isso é, do ponto de vista de um homem… que assiste jogos de futebol americano.
A criação da agência David&Goliath tem a participação da modelo brasileira Adriana Lima e dos farofas do Mötley Crüe.
Porém, a melhor ideia da campanha da KIA nem vai pra TV. É o maior teaser do mundo, exclusivo para web. Um vídeo com 5 horas da Adriana Lima sacudindo uma bandeira.
Posso estar falando bobagem, mas não conheço nenhuma outra marca que seja diferente a cada aplicação, sem nunca repetir o desenho. [update:] existe o logo do MIT Media Lab, como apontado nos comentários. [/update]
Criado em processing pela D3, o logo do Estúdio Mellancia é generativo. Conta com um manual de marca em HTML5 que gera infinitas marcas, dispondo os caroços da melancia através de variáveis aleatórias que resultam, toda vez, em uma composição única.
Remetendo ao movimento das linhas de um equalizador, me parece a escolha ideal de marca para uma produtora de áudio. Testa aqui: d3.do/labs/mellancia
Esse é o típico caso em que o making of é mais legal que o produto final. A Peugeot fez um comercial inteiramente de papel – uma escolha estética bacana – mas o roteiro do comercial é chato e expositivo.
Não quero ser clichê e dizer que a culpa é do cliente, mas assista e você vai ver que não existe outro suspeito para acusar.
Acima o filme em si, e abaixo o processo de produção que mostra o cuidado com detalhes e o essencial planejamento pré-filmagem. A criação é da Euro RSCG London, com produção da The Mill.
Nessa linha de comercial de papel, gostaria de relembrar o filme da Volkswagen todo feito com material reciclável, de 2010.
Giovanni Bagnoli é Mestre em História da Arte, Design e também Artes Plásticas. Italiano, vive no Brasil há bastante tempo e é nosso primeiro convidado para o B9 TALK.
Pauta da Entrevista: A razão que levou o governo nacional socialista de Hitler fechar a Bauhaus; A “Arte Degenerada” do Ministro Joseph Goebbels; As consequências e implicações desse desmantelamento no meio artístico; A influência dos diretores, professores e alunos da Bauhaus nos Estados Unidos da América; A comunicação Bolchevista durante o Stalinismo.