Esse curta produzido, pelo Moonbot Studios, é de emocionar. Propõe uma reflexão muito bonita sobre os livros com uma riqueza e sensibilidade que tem rendido grande reconhecimento. Sem mais, essa curta-animação é daquelas que necessitam de silêncio e, de preferência, boas caixas de som (ou fone de ouvido). Degustem!
Agora outra pintura famosa ganhou movimento, e mais: Interação. Petro Vrellis imaginou o fluxo de “Noite Estrelada” de Van Gogh, e reproduziu com openframeworks em uma animação que pode ser controlada pelo usuário.
O estilo é diferente do que vimos no vídeo de “O Grito”, criado por Sebastian Cosor, mas ainda assim imperdível.
Tulipa Ruiz é minha preferida dessa prolífica nova geração de cantoras da MPB. Num universo onde muitas são parecidas, estética e estilisticamente, ela se destaca e me derrete a cada movimento de sua super bacana carreira. Assim é também Leandra Leal, em seu universo de estrelas globais xerocadas, ela destoa.
Agora, Leandra dirigiu um clipe da Tulipa, lançado hoje, e botou a Taina Muller pra atuar nele. O filminho brinca com a imaginação por trás do flerte, com imagens além do full HD, mais singelas e despixeladas, como o olhar humano sobre o outro, como dois seres contagiados por uma música em comum. Lindo.
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A bela música se chama Sushi e o talentoso rapaz ao lado da Taina é o ator Júlio Andrade.
Além do sucesso na TV, o Itaú alcançou 13 milhões de views no YouTube ao transformar o bebê que rasga papel – que sozinho já tinha 34 milhões de views – em comercial.
Agora o banco publicou um vídeo em que conversa com os pais do bebê Micah, que contam a história por trás do vídeo e ainda sobre a tão comentada almofada. Não entendo toda a histeria por causa de um desenho de folha de maconha, mas todo mundo quer saber.
A Apple continua gastando toda a sua verba publicitária para promover o Siri, a característica que realmente separa o iPhone 4S de todos os outros modelos.
O foco mais uma vez é no usuário, claro, mas é fácil notar o caráter educativo desses comerciais que demonstram o uso do assistete pessoal virtual na prática, apresentando experiências úteis que provavelmente poucos imaginam.
No primeiro filme, “Road Trip”, é até estranho quando exploram planos abertos – mesmo que pela exigência do roteiro – já que esse é um aspecto visual praticamente inexistente nas últimas campanhas da marca, que optam quase sempre pelo close nas mãos e rostos dos protagonistas.
Depois do test drive na estrada mais perigosa do mundo, a Mitsubishi levou seu carro para enfrentar tempestades e neve em seis estados norte-americanos, da California ao Kansas.
Ao colocar o carro em estradas que todo mundo foge durante o inverno, a montadora quer demonstrar sua tecnologia de controle das rodas, chamada All-Wheel Control.
O vídeo abaixo é uma versão estendida somente pra web, mais legal do que o comercial de 30 segundos que foi pra TV.
Jay-Z e Kanye West lançaram em 2011 um disco juntos, Watch The Throne, elogiado por todo lado, inclusive por mim, que vez por outra faço vista grossa aos diamantes de sangue que esses caras mega talentosos usam. Pra ser honesto, o primeiro, em minha opinião, é rei dos 2000, quando se refez e botou ordem na música pop sem muito esforço (e porque 99 Problems é uma das minhas dez músicas preferidas na vida). O segundo tem bastante hype como cobertura, mas é inegável a volúpia de sua produção, cheia de megaclássicos de nosso tempo, como Stronger e Love Lockdown.
Hoje a dupla lança novo clipe de Watch…, Ni**as In Paris, canção que ano passado recebeu uma homenagem surreal, quando foi usada como trilha de um mashup da série tarantinesca Kill Bill, vídeo esse que já tem mais de um milhão e meio de views. Veja que daora.
Agora mira a versão oficial, ao vivo, cheia de imagens duplicadas, pirotecnias, em full HD e fornido dessa asquerosidade megalômana irresistível, besuntada de fodelança musical e possibilidades de fatality para epiléticos. Estou babando, véio. Coisa fina.
Desde que falei sobre “Hugo” pela primeira vez aqui no B9, a expectativa para ver o filme só aumentou.
Meu favorito dessa temporada de premiações ainda é o belo “O Artista”, mas creio que isso pode mudar depois de assistir a adaptação infanto-juvenil de Martin Scorsese, indicado a 11 Oscars.
No post de julho passado mostrei algumas comparações entre o livro de Brian Selznick e o design de produção do italiano Dante Ferretti. E quem gostou não pode deixar de ver o vídeo abaixo, publicado pela Paramount essa semana.
Ele mostra os bastidores e o processo criativo por trás do filme, com depoimentos da editora Thelma Schoonmaker, o produtor Graham King, o supervisor de efeitos especiais Robert Legato, o compositor Howard Shore, e claro, com o próprio Ferretti.
Há mais ou menos um ano eu escrevi um post aqui no B9 em que perguntava onde na agência, as redes sociais deviam ficar. Se era no planejamento, criação, atendimento ou numa área dedicada. Não chegamos a uma conclusão até por conta das características desse nosso mercado. Mas agora a pergunta que gostaria de fazer a vocês é outra:
Qual o papel das redes sociais nas agências?
A pergunta deve ser levada a sério. Por que as agências devem fazer o atendimento SAC em redes sociais? Esse é o papel da agência de publicidade?
Você não morre de vontade de fotografar os QR Code’s que aparecem em anúncios impressos? Não né? É uma tarefa burocrática e que traz pouco benefício, mas que ainda assim grande parte dos anunciantes aplicam em suas campanhas.
O motivo é nobre, mas a verdade é que só o cara que cria o anúncio é que deve fotografar o QR Code para fins de teste. A não ser que a tecnologia seja usada para oferecer vantagens reais para os consumidores, como descontos, por exemplo, seu uso me parece um desperdício.
Com o Shortcut o usuário ainda não quebra a barreira de precisar fazer um download de app, mas o uso é bem mais simples e prático.
Desenvolvido pela empresa suiça kooaba, o aplicativo trabalha com o reconhecimento da imagem em si, sem a necessidade de um código ou algo que o valha. Instantaneamente ele transforma a página fotografada em arquivo digital, se for um artigo de jornal ou revista por exemplo, com diversos links para compartilhamento.
Obviamente o conteúdo desse atalho vai continuar dependendo dos anunciantes, mas já facilita bastante a vida em termos de interação. Uma vantagem clara é a aplicação em outdoors, por exemplo, já que as imagens podem ser capturadas a distancia.
Outro dia vi um outdoor com um QR Code, aplicado bem diminuto no canto. Faltou pensar duas vezes.
O Shortcut está disponível para iOS, Android e Windows Phone, e a kooaba já tem alguns acordos com agências na Suiça. Falta agora propagar o uso para o resto do mundo, mas a sucesso seria garantido de fato caso essa tecnologia se tornasse nativa dos smartphones.
Desde que voltamos com o Braincast em áudio, diversos leitores estão pedindo pelo feed para assinar via iTunes. Esse RSS é realmente essencial, mas só poderemos disponibiliza-lo quando o SoundCloud liberar o nosso perfil “podcaster”. Esperamos que aconteça em breve.
Enquanto isso, a melhor maneira de você se manter atualizado nos episódios e ainda poder ouvir mobile, é baixar o ótimo o aplicativo do próprio SoundCloud para iPhone/iPad e Android. Pra quem é de Mac, também tem o app para desktop.
Através dele, basta adicionar ou procurar pelo nosso perfil, @brains9, e pronto. Você receberá os avisos de novos programas, pode interagir com comentários e o 3G funciona muito bem para ouvir. E claro, para quem quer produzir conteúdo, também serve para gravar um som e subir diretamente pro seu perfil.
Pega lá: soundcloud.com/apps/iphone. E podexá que quando o feed para iTunes estiver disponível, avisaremos.
Não é de hoje que muitas pessoas têm optado por fazer suas compras online. Muito mais do que livros ou aparelhos eletrônicos, mas também roupas, sapatos e tudo mais que estiver disponível. Basicamente, abrimos mão de experimentar uma roupa em troca das comodidades que um site oferece. Mas é mais do que isso. Online, a gente encontra com maior facilidade produtos pesquisados anteriormente, além de termos sugestões de produtos que combinam com nosso perfil.
Já tem um tempo que a gente tem pesquisado aqui na Royalpixel maneiras de integrar as facilidades da loja online com o PDV físico. Afinal, com tanto avanço tecnológico, fica difícil entender porque o mundo físico ainda não está ligado ao conteúdo digital. Recentemente, entretanto, a Razorfish anunciou um novo projeto, que propõe uma forma de reinventar a tradicional ida às compras.
Mito & Mensagem é uma série de textos que analisa campanhas e comunicação de sucesso do ponto de vista mítico, e porque, dentro dessa lógica, elas funcionam.
As sociedades humanas, como as conhecemos, tiveram em algum momento mítico de suas formações a incursão disso que muitos pensadores da cultura chamam de Função Paterna.
Esse conceito, nascido em trabalhos de teóricos ligados à psicanálise, tem como premissa essencial que a paternidade biológica não tem nenhuma utilidade. Para o contrato social a função simbólica do pai é o que se presta a impor limites, guiar, orientar e punir o indivíduo cuja formação inconsciente é marcada pela agressividade, pelo caos.
O publicitário contemporâneo pode reproduzir mitos tanto para sustentar uma campanha política quanto para vender iPad
É isso a estrutura que vislumbra que os indivíduos respeitem as mesmas regras, obedeçam aos mesmos códigos e de fato vivam em sociedade.
O homem é o lobo do homem (homo homini lúpus), escreveu Thomas Hobbes (“Leviatã”, 1651), o contrato social que administra, desloca, sublima e organiza essa agressividade é a função paterna. Diversas figuras sociais (mídias, instituições, marcas, ícones da moda, do comportamento) somam-se contemporaneamente às imagens do pai (de família) para garantir a efetividade de sua função.